Na COP30, líderes indígenas de todo o mundo estão reivindicando a centralidade de seus conhecimentos e práticas tradicionais nas políticas climáticas. Eles argumentam que a preservação de suas terras e direitos é essencial para enfrentar a crise climática de maneira eficaz. Os debates têm salientado como os povos indígenas atuam como guardiões vitais da biodiversidade, utilizando saberes ancestrais para gerir os ecossistemas de forma sustentável. Esta visão está ganhando força entre os participantes da conferência, que reconhecem a necessidade de integrar esses conhecimentos nas estratégias globais para mitigar as mudanças climáticas. Lideranças indígenas destacam que o reconhecimento oficial de seus direitos territoriais não é apenas uma questão de justiça, mas uma componente crucial para a eficácia das políticas ambientais globais. Com vastos territórios protegidos sob sua gestão, os povos indígenas são peça chave na implementação de soluções inovadoras e adaptativas ao cenário climático atual. À medida que a COP30 avança, a voz indígena continua ecoando com força entre as lideranças internacionais, pressionando por um pacto que respeite e valorize suas contribuições inestimáveis à ação climática.