Ministro do Turismo critica críticas à COP30 em Belém

Celso Sabino defende organização do evento e cita 'síndrome de vira-lata' nas avaliações

17/11/2025 às 15:29
Por: Redação

O Ministro do Turismo, Celso Sabino, defendeu veementemente a organização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que ocorre em Belém, no Pará, respondendo às críticas com a expressão 'síndrome de vira-lata', na segunda-feira, dia 17. Sabino ressaltou que houve entrega pontual das obras e uma significativa redução nos preços das hospedagens.

Em um cenário de expectativas e desafios, o ministro destacou que esta é a primeira vez que a conferência ocorre em uma grande floresta tropical. A cidade de Belém, situada próxima à Amazônia, apresenta condições únicas e inerentes ao ambiente, como temperatura e umidade elevadas.

Desafios climáticos e desenvolvimento sustentável

Durante o programa Bom Dia, Ministro, transmitido por emissoras de rádio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Sabino expressou otimismo quanto aos preparativos em Belém. Ele afirmou que as características da região são desafios que precisam ser enfrentados globalmente para preservar as florestas, destacando a necessidade de promover desenvolvimento econômico, financeiro, intelectual e político aos moradores locais.

“Tudo deve funcionar lá fora, tudo é bom lá fora, tudo o que presta tem que ser lá fora. Quando é aqui dentro, a gente tem que ficar criticando e encontrando defeito. O fato é que essa COP, inclusive, está melhor que as COPs anteriores”, criticou o ministro.

Com a expectativa de promover o desenvolvimento sustentável, o evento em Belém pode ser um marco para as ações climáticas, envolvendo discussões profundas sobre o futuro das florestas tropicais e as comunidades ali residentes.

Repercussões e posicionamentos políticos

O posicionamento de Sabino gerou diversas reações, enquanto o evento prossegue cercado de expectativa e compromissos climáticos. Preservar florestas e proporcionar condições de desenvolvimento para as comunidades são desafios destacados durante o evento, ressaltando a necessidade de envolvimento de governos e entidades internacionais.

Sabino ainda reiterou que manter as florestas em pé é essencial, chamando a atenção para o incentivo de condições de vida sustentáveis às populações locais.

No decorrer da conferência, o diálogo entre os líderes mundiais visa consolidar compromissos tangíveis e ações práticas. Espera-se que os desdobramentos da COP30 em Belém proporcionem novos caminhos para políticas ambientais robustas, marcando um passo à frente na defesa de florestas tropicais e de suas populações.

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