
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) reabriu o prazo para que candidatos aprovados na primeira edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 1) manifestem interesse em permanecer na lista de espera. O período para essa manifestação termina às 23 horas e 59 minutos desta quinta-feira (13).
Essa oportunidade é direcionada aos candidatos que foram aprovados, mas que ainda não foram convocados para a posse de cargos, permitindo-lhes uma nova chance de confirmar o interesse e, assim, facilitar nomeações futuras.
De acordo com o edital nº 5/2025, publicado em edição extra do Diário Oficial da União, a manifestação deve ser feita através do site ou aplicativo SouGov.Br, plataforma que centraliza serviços de gestão para servidores públicos. O objetivo dessa iniciativa é manter na lista apenas aqueles que têm real interesse nas vagas, tornando o processo subsequente mais ágil.
"Esta etapa garante que somente candidatos interessados permaneçam na lista de espera", afirmou o Ministério da Gestão.
A reabertura do prazo não assegura direito à vaga ou à posse mas é um requisito obrigatório para futuros convites de nomeação, conforme esclarecido pelo ministério.
Os interessados devem manifestar o desejo cargo a cargo caso estejam em lista de espera para mais de uma posição. Para acesso à plataforma SouGov.Br, é necessário possuir uma conta Gov.Br com nível de segurança prata ou ouro.
Quem deseja continuar concorrendo deve marcar "Sim", enquanto o desinteressado deve selecionar "Não".
As manifestações anteriores permanecem válidas, a menos que o candidato deseje alterá-las dentro deste novo prazo disponibilizado.
A lista de espera abrange o dobro do número de vagas imediatas disponíveis em cada um dos oito blocos temáticos do concurso. Seu propósito é ocupar cargos remanescentes que não foram preenchidos na primeira chamada, permitindo também a utilização desse banco para contratações temporárias.
Candidatos poderão ser convocados para contratações temporárias, mas isso não substitui as convocações finais para cargos efetivos.
Dessa forma, o governo garante maior eficiência no preenchimento das posições, ajustando conforme a demanda e disposição dos candidatos aprovados.