Após um dia de instabilidades, a bolsa de valores quebrou mais um recorde ao alcançar a marca inédita de 154 mil pontos. No mesmo dia, o dólar registrou sua terceira queda consecutiva, fechando no menor valor em um mês. Nesta sexta-feira (7), o índice Ibovespa, principal indicador da B3, encerrou o pregão com 154.063 pontos, refletindo uma alta de 0,47%. O índice chegou a registrar um recuo de 0,6% por volta das 11h32, mas recuperou-se à tarde, impulsionado principalmente pelas ações da Petrobras, de significativa movimentação. **Destaques do Mercado:** - [Previsão de inflação no Brasil é reduzida para 4,55%.](https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-11/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-455-no-brasil) - [Eficiência impulsiona resultados positivos da Petrobras, diz diretoria.](https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-11/eficiencia-gerou-bons-resultados-da-petrobras-avalia-diretoria) Esta marca representa a 13ª alta consecutiva do Ibovespa e o 10º recorde seguido da bolsa nacional. No acumulado da semana, o índice subiu 3,02% e, em 2025, já registrou um aumento de 28,08%. A atual sequência de altas só perde para as 15 valorizações consecutivas de 1994, período que antecedeu o Plano Real. Os investidores da Petrobras reagiram favoravelmente aos dados divulgados sobre o lucro de 32,7 bilhões de reais no terceiro trimestre e ao anúncio da distribuição de 12,16 bilhões de reais em dividendos. As ações ordinárias da empresa, que dão direito a voto nas assembleias, aumentaram 4,83% no dia; já os papéis preferenciais, que têm prioridade na distribuição de dividendos, registraram alta de 3,77%. ## Tendências do Câmbio No mercado de câmbio, observou-se um alívio: o dólar comercial encerrou o dia cotado a 5,336 reais, uma redução de 0,22%, ou 0,012 reais. A moeda, que chegou a subir para 5,36 reais pela manhã, recuou ao longo do dia, finalizando perto da mínima da sessão. Este é o menor valor do dólar desde 6 de outubro, com uma queda acumulada de 0,83% na semana. Em novembro, a desvalorização foi de 0,82%, atingindo 13,66% ao longo de 2025. Com poucos eventos internacionais relevantes, o comportamento do câmbio seguiu a tendência global, com uma diminuição do dólar frente às principais moedas. **Fonte: Reuters**