
Um morador do bairro Ipe, em Três Lagoas, registrou um boletim de ocorrência em 20 de janeiro de 2026, na 2ª Delegacia de Polícia, relatando problemas com câmeras de vigilância instaladas pela vizinha, que captam imagens de sua residência.
O conflito começou há cerca de três anos, segundo o relato. A vizinha instalou câmeras de monitoramento direcionadas para áreas privadas da casa e do comércio do morador, incluindo a janela do banheiro.
Apesar de pedidos para que a vizinha reposicionasse as câmeras, a situação não foi ajustada. Pelo contrário, a câmera fixa foi substituída por uma câmera móvel, intensificando a sensação de invasão de privacidade, conforme o registro.
De acordo com o morador, as câmeras continuam direcionadas para sua propriedade, exacerbando a sensação de vigilância constante.
Além da questão das câmeras, há relatos de desentendimentos recorrentes entre os vizinhos, principalmente relacionados à perturbação do sossego, resultando em múltiplas representações criminais.
O boletim de ocorrência destaca o histórico de conflitos, que tem levado a medidas legais frequentes entre as partes. A sensação de privacidade violada foi o impulso para o registro formal.
Segundo a polícia, o boletim foi registrado como preservação de direito, para resguardo e eventual adoção de medidas legais cabíveis.
O caso segue sob análise, com possibilidades de mediação ou outros procedimentos legais, se necessário.